segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Um dos grandes males da religião é descartar todas as outras possibilidade


A religião reflete uma sociedade doente e dependente.


A religião será que faz bem ou mal? Nos aspectos gerais, para o bem comum e na individualidade de cada um. As religiões têm os seus prós e contras eu sei. Mas há um "mal irremediável", uma marca forte na consciência do devoto: o achar de que toda as outras opiniões não são válidas, e nem parar pra pensar nelas.

A ideia de que Deus não existe? A religião e a sociedade... família. A Igreja injeta na cabeça do indivíduo que é inevitável a existência de um ser superior, como principal argumento da origem de tudo, a perfeição da máquina humana, o Homem como imagem e semelhança de Deus. O Ser existe para todos.
A religião aliena a pessoa e molda o caráter (valores, idéias; cria o conceito da opinião), usa a retórica para convencer as pessoas, mas o pior vem ao usar o calcanhar de Aquiles de quase todas as pessoas: o medo da morte. Brincar com isso é fácil, mexer no profundo das pessoas, que habituadas com o Inferno do cotidiano querem ao menos garantir "o Paraíso depois daqui".

Um dos grandes males da religião é descartar todas as outras possibilidades.



Em filosofia, mais especificamente em epistemologia, crença é um estado mental que pode ser verdadeiro ou falso. Ela representa o elemento subjectivo do conhecimento. Platão, iniciador da tradição epistemológica, opôs a crença (ou opinião - "doxa", em grego) ao conceito de conhecimento.

Uma pessoa pode acreditar em algo e ainda assim, ter dúvidas. Acreditar em alguma coisa é dar a isso mais de 50% de chance de ser verdadeiro. Acreditar é acção.

A crença é a certeza que se tem de alguma coisa, é uma tomada de posição em que se acredita nela até ao fim. Sin: convicção, fé, conjunto de idéias sobre alguma coisa, etc. Atitude que admite uma coisa verdadeira.

Quando uma pessoa acredita em alguma coisa, no que ela acredita? Algo pode ser apontado como o objecto da crença?

Alguns filósofos diriam que sim. Para Frege, aquilo no que acreditamos é uma proposição. Para outros, como Ryle, Davidson e Fodor, aquilo em que acreditamos é uma frase (ou sentença).

Proposições são entidades abstratas. Frases são construções concretas. As diferenças entre tais tipos de entidades levam a diferenças nas respectivas teorias que as apontam como objectos da crença.

A teoria proposicional tem a vantagem de explicar como pessoas que se expressam em diferentes línguas podem compartilhar uma crença. Segundo tal teoria, o português que afirma sinceramente "O céu é azul" e o inglês que afirma sinceramente "The sky is blue" estão expressando, nas suas respectivas línguas uma mesma proposição abstrata. Como uma mesma entidade abstrata é o objecto da crença de ambos, ambos compartilham a mesma crença.

Uma questão fundamental sobre a epistemologia da crença é diferenciar o modo como cada um conhece suas próprias crenças do modo como cada um conhece as crenças dos outros.
A primeira pessoa conhece as suas próprias crenças de maneira imediata.
O conhecimento das crenças da terceira pessoa não é imediato. É inferencial. É apoiado na observação do comportamento da pessoa.

A meta da crença é a representação do mundo. A norma para a crença é que devemos acreditar no que é verdadeiro:
"[...] a evitação de contradição é interna ao próprio conceito de crença, dado que é interno à crença destinar-se a representar o mundo." (Richard Moran, "Replies to Heal, Reginster, Wilson, and Lear", p. 472 (em Philosophy and Phenomenological Research, volume LXIX, número 2, setembro de 2004, páginas 455-472)  
FALLEN ANGEL
A humanidade sempre teve ao seu redor um mundo de forças e energias ocultas que muitas vezes não conseguia compreender nem identificar. Assim sendo, procurou ao longo dos tempos proteção desses mesmos perigos ou riscos que faziam parte de seu medo ou desconhecido, surgindo aos poucos muitos objetos, imagens e amuletos, criando-se símbolos nas tradições de cada povo.

O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos, pois possui diversas representações e significados, evoluindo ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a actual referência onipresente entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.

Num dos mais antigos significados do pentagrama, os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As.

O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo). 



Durante a Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim a perseguição da Igreja fez as religiões antigas ocultarem-se na clandestinidade.


Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado no seu passado, ele configura-se como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.

Info de Spectrum


Base para pesquisa: http://antiteismoportal.blogspot.com.br/2012/10/mundo-estranho-e-religioso.html

domingo, 7 de outubro de 2012

Ufos(Ovnis) - Militares admitem



Informações como as do vídeo acima são verdadeiramente “abafadas” até mesmo entre as próprias equipes que trabalham nos órgãos de controle.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

História Secreta do Brasil - Gustavo Barroso

Gustavo Barroso
Gustavo Barroso

 

Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso (Fortaleza29 de dezembro de 1888 — Rio de Janeiro3 de dezembro de 1959) foi um advogadoprofessorpolíticocontista,folcloristacronistaensaísta e romancista brasileiro.

São seis volumes RAROS escritos pelo advogado, contista, ensaísta, político e romancista fortalezense Gustavo Barroso (1888-1923). Neles o autor descobre o manto que revestia a verdadeira história do Brasil e escancara o que, só agora, a nova história vem mostrando para a contemporaneidade: “Existe um Poder acima do Rei”. É a História do Brasil como nunca vista, diferente do que os livros didáticos costumam ensinar.
Suas obras foram proibidas no Brasil devido a censura por aqueles que mantém a mídia no Brasil e no mundo, os donos do poder, a colônia maçônica judaica sionista, aqueles que vem à séculos, matando, praticando o genocídio no mundo todo pela ganância, para se apropriar, se apoderar, usurpar, contrabandear, os bens da humanidade. Verão no decorrer da pesquisa, quanto mais os povos trabalham, pagam seus impostos, os governos entreguistas em posse nada retorna, tudo toma, é o poder que os judeus sionistas dão para que eles possam ter o domínio completo da nação invadida, tomada secretamente por eles.

História Secreta do Brasil:
 Livro 1:
Capítulos:
I. O Monopólio do Pau-de-Tinta;
II. O Empório do Açúcar;
III. O Tráfico de Carne Humana;
IV. A Pirataria e a Conquista;
V. A Ladroeira do Estanco;
VI. A Tragédia do Ouro;
VII. O Drama dos Diamantes;
VIII. A Guerra Judaica;
IX. O Ninho do Contrabando;
X. A Entrada em Cena da Maçonaria;
XI. O Diabo Coxo e o Diabo Preto.

Livro 2:
Capítulos:
XII. O Trovão de França;
XIII. Maçons Aquém e Além Mar;
XIV. Guatimozin à Sombra da Acácia;
XV. O Ouro de Rothschild e a Mão do General Miranda;
XVI. O Minotauro da América;
XVII. A Semente do Bacharelado Judaizado;
XVIII. O Motim dos Mercenários;
XIX. O Imperador do Sacrifício.

Livro 3:
Capítulos:
XX. O Brasil e a Baviera;
XXI. O Homem que teve dois Túmulos;
XXII. A Camorra de Cima;
XXIII. Satanás da Paulicéia;
XXIV. A Divindade do Mistério;
XXV. A Religião do Segredo;
XXVI. Tartufo e o Poder Oculto;
XXVII. Os Cabanos do Grão-Pará;
XXVIII. A Maçonaria Negra.

Livro 4:
Capítulos:
XXIX. A mão oculta;
XXX. A epopéia dos centauros;
XXXI. A república que nasceu morta;
XXXII. O reino encantado do diabo;
XXXIII. O imperador dos bentevis;
XXXIV. A restauração da autoridade.
Livro 5:
Capítulos:[
§ I – O Ministro que durou nove horas;[
§ II – O Rei, o Vice-Rei, o Mágico e os Patriarcas Invisíveis;
§ III – O rabo do foguete;
§ IV – A guerra civil das matas;
§ V – O Tigre de Palermo e o Carnaval Financeiro;
§ VI – A Realeza econômica;
§ VII – A pata do leopardo
§ VIII – O pomo das discórdia
§ IX – O Império e os dois galos de briga.
Livro 06:
Capítulos
§ I – O Bode Preto nos campos de batalha
§ II – Atanásio, Crisóstomo e Ganganell
§ III – O mistério do sangue;
§ IV – Experientia in anima vili;
§ V – O ídolo da mocidade militar;
§ VI – A sentença de morte da Monarquia;
§ VII – A Estrela Flamejante;
§ Apêndice
Contos, Crônicas e Novelas Regionais: 
Praias e várzeas (1915);
Idéias e palavras (1917);
Mosquita muerta (1921);
Mula sem cabeça (1922);
Pergaminhos (1922);
Alma sertaneja (1923);
Mapirunga (1924);
O anel das maravilhas (1924);
Livro dos milagres (1924);
O bracelete de safiras (1931);
Mulheres de Paris (1933);
Fábulas sertanejas (1948).
Romances: 
Tição do inferno (1926);
A senhora de Pangim (1932);
O santo do brejo (1933),
Folclore, Crítica, Erudição e Filologia: 
Terra do sol. Natureza e costumes do Norte (1912);
Casa de marimbondos (1921);
Ao som da viola (1921);
O sertão e o mundo (1924);
Através dos folclores (1927);
Mythes, contes et legendes des indiens du Brésil (1930);
As colunas do templo (1933).
História, Ensaios e Episódios Históricos: 
Tradições militares (1918);
Tratado de Paz (1919);
A ronda dos séculos (1920);
Coração da Europa (1922);
Uniformes do Exército (1922);
Antes do bolchevismo (1923);
En el tiempo de los Zares (1924);
O ramo de oliveira (1925);
Almas de lama e de aço (1928);
A guerra do Lopez (1928);
A guerra do Flores (1929);
A guerra do Rosas (1929);
A guerra de Vidéo (1930);
A guerra de Artigas (1930);
O Brasil em face do Prata (1930);
Inscrições primitivas (1930);
Aquém da Atlântida (1931);
Brasil - Colônia de banqueiros (1934);
História secreta do Brasil, 3 vols. (1936, 1937 e 1938);
A destruição da Atlântida, 2 vols. (1936);
Espírito do século XX (1936);
Os protocolos dos sábios de Sião (1936);
Os civilizados (1937);
O livro dos enforcados (1939);
O Brasil na lenda e na cartografia antiga (1941);
Portugal - Semente de impérios (1943);
Anais do Museu Histórico Nacional, vols. I a V (1943-1949);
História do Palácio Itamarati (1953).
História Regional e Biografias: 
Heróis e bandidos. Os cangaceiros do Nordeste (1917);
Osório, o Centauro dos pampas (1932);
Tamandaré, o Nélson brasileiro (1933);
Caxias (1945).
Língua e Dicionário: 
A ortografia oficial (1931);
Pequeno dicionário popular brasileiro (1938).
Memórias e Viagens: 
Coração de menino (1939);
Liceu do Ceará (1941);
Consulado da China (1941);
Seca, Meca e Olivais de Santarém, descrições e viagens (1947).
Poesia: 
As sete vozes do espírito (1950).
Pensamento: 
Luz e pó (1932).
Política: 
O integralismo em marcha (1933);
O integralismo de norte a sul (1934);
O quarto império, integralismo (1935);
A palavra e o pensamento integralista (1935);
O que o integralista deve saber (1935);
O integralismo e o mundo (1933);
Integralismo e catolicismo (1937);
A maçonaria: seita judaica (1937);
Judaísmo, maçonaria e comunismo (1937);
A sinagoga paulista (1937);
Corporativismo, cristianismo e comunismo (1938).
Obras por sequência dos anos:
  • Praias e várzeas (1915);
  • Idéias e palavras (1917);
  • Heróis e bandidos: os cangaceiros do Nordeste (1917);
  • Tradições militares (1918);
  • Tratado de Paz (1919);
  • A ronda dos séculos (1920);
  • Mosquita muerta (1921);
  • Casa de marimbondos (1921);
  • Ao som da viola (1921);
  • Mula sem cabeça (1922);
  • Pergaminhos (1922);
  • Coração da Europa (1922);
  • Uniformes do Exército (1922);
  • Alma sertaneja (1923);
  • Antes do bolchevismo (1923);
  • Mapirunga (1924);
  • O anel das maravilhas (1924);
  • Livro dos milagres (1924);
  • O sertão e o mundo (1924);
  • En el tiempo de los Zares (1924);
  • O ramo de oliveira (1925);
  • Tição do inferno (1926);
  • Através dos folclores (1927);
  • Almas de lama e de aço (1928);
  • A guerra do Lopez (1928);
  • A guerra do Flores (1929);
  • A guerra do Rosas (1929);
  • Mythes, contes et legendes des indiens du Brésil (1930);
  • A guerra de Vidéo (1930);
  • A guerra de Artigas (1930);
  • O Brasil em face do Prata (1930);
  • Inscrições primitivas (1930);
  • O bracelete de safiras (1931);
  • Aquém da Atlântida (1931);
  • A ortografia oficial (1931);
  • A senhora de Pangim (1932);
  • Osório, o Centauro dos pampas (1932);
  • "Terra de sol. Natureza e costumes do Norte"- Benjamin De Aguila-Editor-Rio de Janeiro, DF.(274 pp.) (1912);
  • Luz e pó (1932);
  • Mulheres de Paris (1933);
  • As colunas do templo (1933).
  • O santo do brejo (1933);
  • Tamandaré,
  • O Nélson brasileiro (1933);
  • O Integralismo em marcha (1933);
  • O Integralismo e o mundo (1933);
  • Brasil - Colônia de Banqueiros (1934);
  • O integralismo de norte a sul (1934);
  • O quarto império, integralismo (1935);
  • A palavra e o pensamento integralista (1935);
  • O que o integralista deve saber (1935);
  • A Destruição da Atlântida, 2 vols. (1936);
  • O Espírito do Século XX (1936);
  • História Secreta do Brasil, 6 vols. (1936, 1937, 1938...);
  • Os Protocolos dos Sábios de Sião (1936)Tradução;
  • A Sinagoga Paulista (1937);
  • A Maçonaria: Seita Judaica (1937);
  • Judaísmo, Maçonaria e Comunismo (1937);
  • Os Civilizados (1937);
  • Integralismo e Catolicismo (1937);
  • Pequeno dicionário popular brasileiro (1938);
  • Corporativismo, cristianismo e comunismo (1938);
  • O livro dos enforcados (1939);
  • Coração de menino (1939);
  • O Brasil na lenda e na cartografia antiga (1941);
  • Liceu do Ceará (1941);
  • Consulado da China (1941);
  • Portugal - Semente de impérios (1943);
  • Anais do Museu Histórico Nacional, vols. I a V (1943-1949);
  • Caxias (1945);
  • Seca, Meca e Olivais de Santarém, descrições e viagens (1947);
  • Fábulas sertanejas (1948);
  • As sete vozes do espírito (1950);
  • História do Palácio Itamarati (1953).

A energia barbara do homem do sertão nordestino - Barroso

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Arquivos Secretos da Inquisição - 1 Eliminando os hereges



Inquisição, testamentos, bispos, bribras... é tudo obra de abobalhamento e roubo humano...
Parece até coisa de petralha... ENFIM... VEJAMOS, ANALISAMOS, JULGAMOS,

segunda-feira, 9 de julho de 2012

São Paulo, Revolução Constitucionalista de 1932

Parabéns São Paulo; Parabéns Paulistas que combateram em 1932 incluindo meus saudosos genitores; Luta pela Constituição Brasileira; Luta que completa 80 anos de existência pela conquista da democracia brasileira.

Desde 1997 é lei. Todo dia nove do mês de julho é feriado civil no estado de São Paulo. É a celebração da data magna do Estado, em memória ao dia em que o povo paulista pegou em armas para lutar pelo regime democrático no país, deflagrando a Revolução Constitucionalista de 1932; ao contrário do que fez os esquerdistas nas décadas de 60/70, que lutavam para implantar uma ditadura comunista pró Cuba.
       A revolução Constitucionalista de 32 foi um movimento armado ocorrido entre o dia 9 de julho a outubro de 1932 e tinha por objetivo a derrubada do governo do presidente Getulio Vargas, que ao assumir o governo provisório em 1930, Vargas fechou o Congresso Ncional, aboliu a Constituição e depos os governos estaduais. A população insatisfeita com as medidas, principalmente após as mortes dos manifestantes: Martins, Miragaia, Drausio, Camargo e Alvarenga, eclodiu a revolução que levou o nome de sses mártires (MMDC) no dia 9 de julho que se estendeu até o mês de outubro, quando os revolucionários constitucionalistas perderam para as tropas do governo que tinha um efetivo de 100 mil homens contra 35 mil paulistas com um saldo de 890 mortos em combate. Assim, Getulio permaneceu no governo até 1945, mas já em 1934 era promulgada uma nova Constituição dando início a um processo de democratização pleiteada pelos paulistas, sinal que o sangue não foi derramado em vão, mas em pról de uma boa questão para todos os brasileiros.

A Frente Única, unindo todos os partidos políticos para "lutar pelos ideais de "autonomia de São Paulo e pela constitucionalização do Brasil".  
DOIS EXÉRCITOS EM GUERRA, MAS EM CONTINÊNCIA À MESMA BANDEIRA
Cartaz do movimento contra a ditadura getulista.

Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que antes apoiara a Revolução de 1930, uniram-se, em fevereiro de 1932, na Frente Única para exigir o fim da ditadura do "Governo Provisório" e uma nova Constituição. Assim, São Paulo inteiro estava contra a ditadura.
Cartão Postal do MMDC.jpg

Um grupo de paulistas participante da Revolução Constitucionalista de 1932.

História:
A Revolução Constitucionalista de 1932 é compreendida como uma reação imediata aos novos rumos tomados pelo cenário político nacional sob o comando de Vargas. Os novos representantes estabelecidos no poder, alegando dar fim à hegemonia das oligarquias, decidiram extinguir o Congresso Nacional e os deputados das assembléias estaduais. No lugar das antigas personalidades políticas, delegados e interventores foram nomeados com o aval do presidente da República. 

A visível perda de espaço político, sofrida pelos paulistas, impulsionou a organização de novos meios de se recolocar nesse cenário político controlado pelo governo de Vargas. O clima de hostilidades entre os paulistas e o governo Vargas aumentou com a nomeação do tenente João Alberto Lins de Barros, ex-participante da Coluna Prestes, como novo governador de São Paulo. O desagrado dessa medida atingiu até mesmo os integrantes do Partido Democrático de São Paulo, que apoiaram a ascensão do regime varguista. 


Além disso, podemos levantar outras questões que marcaram a formação deste movimento. No ano de 1931, a queda do preço do café, em conseqüência da crise de 29, forçou o governo Vargas a comprar as sacas de café produzidas. Essa política de valorização do café também ordenou a proibição da abertura de novas áreas de plantio, o que motivou o deslocamento das populações camponesas para os centros urbanos de São Paulo. 


Os problemas sociais causados pelo inchaço urbano agravaram um cenário já marcado pela crise econômica e as mudanças políticas. Talvez por isso, podemos levantar uma razão pela qual a revolução constitucionalista conseguiu mobilizar boa parte da população paulista. Mais do que atender os interesses das velhas oligarquias, os participantes deste movimento defendiam o estabelecimento de uma democracia plena, onde o respeito às leis pudessem intermediar um jogo político já tão desgastado pelo desmando e os golpes políticos. 


Antes de pegar em armas, representantes políticos de São Paulo pressionaram para que o governo Vargas convocasse uma Constituinte e a ampliação da autonomia política dos Estados. Em resposta, depois de outros nomes, indicou o civil e paulista Pedro de Toledo como novo governador paulista. Logo em seguida, Getúlio Vargas formulou um novo Código Eleitoral que previa a organização de eleições para o ano seguinte. No entanto, um incidente entre estudantes e tenentistas acabou favorecendo a luta armada. 


  OS PRIMEIROS PAULISTAS  MORREREM PELO IDEALISMO e o MMDC  

Em maio de 1932, um grupo de jovens estudantes tentou invadir a sede de um jornal favorável ao regime varguista. Durante o conflito – que já havia tomado as ruas da cidade de São Paulo – os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo foram assassinados por um grupo de tenentistas. As iniciais dos envolvidos no fato trágico inspiraram elaboração do M.M.D.C., que defendia a luta armada contra Getúlio Vargas. 

No dia 9 de julho de 1932, o conflito armado tomou seus primeiros passos sob a liderança dos generais Euclides de Figueiredo, Isidoro Dias Lopes e Bertoldo Klinger. O plano dos revolucionários era empreender um rápido ataque à sede do governo federal, forçando Getúlio Vargas a deixar o cargo ou negociar com os revoltosos. No entanto, a ampla participação militar não foi suficiente para fazer ampla oposição contra o governo central. 

O esperado apoio aos insurgentes paulistas não foi obtido. O bloqueio naval da Marinha ao Porto de Santos impediu que simpatizantes de outros estados pudessem integrar a Revolução Constitucionalista. Já no mês de setembro daquele ano, as forças do governo federal tinham tomado diversas cidades de São Paulo. A superioridade das tropas governamentais forçou a rendição dos revolucionários no mês de outubro. Leiam a história de São Paulo emhttp://www.literaturabrasileira.ufsc.br/_documents/0006-01759.html
   OS IDEALISTAS DA ÚLTIMA TRINCHEIRA...  
Parabéns São Paulo, 09 de julho de 1932


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Homem Livre

Homem Livre é aquele que vê com os próprios olhos, ouve atentamente, abre a boca para perguntar e AGE no momento oportuno, em defesa da Verdade.

DA TEORIA À PRÁTICA
Todos conhecem a alegoria dos tres macaquinhos: o primeiro tapa a boca significando "NÃO FALO"; o segundo encobre os olhos como sinal de "NÃO VEJO"; o terceiro cobre as orelhas mostrando que "NÃO OUÇO".
Por isso, esses três permanecem sentados há séculos no mesmo lugar. Fingem que nada acontece.Ouvi dizer que essa figura dos três macaquinhos foi criada pelos antigos sacerdotes dos templos deHanuman em Kolar, na Índia, ou de Swoyambhunathem Kathmandu no Nepal por volta do ano 600 a.C. Seja como for, os bichinhos estão mudos, cegos e surdos há mais de 1.500 anos, IMÓVEIS, com uma tremenda câimbra nas pernas!
Há quem atribua à alegoria a representação de virtudes: não falar do mal, não ouvir o que é nocivo e não se envolver no vício. Mas, no antigo Oriente a história era outra. O discipulado impunha absoluto silêncio aos neófitos por mais de dez anos. Era só trabalho duro na plantação, na lavanderia, na cozinha do mosteiro, limpando o chão e levando a cabo todo tipo de serviço humilde. Enquanto isso, os abades e altos sacerdotes podiam dedicar-se tranquilamente à meditação, à leitura e às discussões sobre sexo dos anjos. Boa vida, enquanto a meninada ralava de bico fechado. Fingiam não ver as coisas nem escutar o que se passava por detrás das paredes.
As atitudes de fuga ou comodismo não são as mais indicadas para a iniciação nos planos superiores da consciência. Calar-se quando é necessário falar é um ato de pusilanimidade. Muitos inocentes foram presos ou condenados à morte porque lhes faltou a palavra - o testemunho - de alguém que conhecia os fatos e preferiu ficar calado. É comum as pessoas fingirem que não veem um assalto acontecendo do outro lado da rua ou não ouvem um grito de socorro no prédio vizinho, pois acham mais conveniente não se envolverem. Há um péssimo ditado que diz: "bom cabrito não berra". Berra sim! A atitude alienada dos três macaquinhos só beneficia os maus governantes, os mentirosos, os bandidos e os "falsos profetas".Disso, o mundo está cheio.
Na época atual, não se pode conceber um discipulado sustentado no silêncio dos neófitos, nem na cegueira ou surdez adotadas pelos mestres-de-obras, por medida de conveniência. Se a tagarelice é uma doença, a imobilidade é morte.
ponto de interrogação e a expressão "por que?" são chaves para desencadear o exercício da AÇÃO. Pergunte "por que?" - e a condescendência de certos governos cairá por terra; pergunte "por que?", como o fizeram os cientistas - e tudo que é imóvel será posto em andamento e desenvolvimento. Abra os olhos, abra a boca e pergunte "por que?" - e os mestres-de-obras deste mundo terão que exercitar o uso de todas as ferramentas existentes na oficina da Verdade, pois uma coisa é certa: ninguém procede desta ou daquela forma sem algum tipo de motivação ou interesse.
As grandes transformações das quais a Maçonaria participou começaram com um corajoso ponto de interrogação: na Revolução Francesa, "por que a nobreza decide o destino dos povos"? Na Abolição, "por que os negros eram escravizados"? Depois perguntamos "por que há colonizadores e colonizados"? "Por que Monarquia ou por queRepública"?
Exercitamos o ponto de interrogação questionando "por que isso ou aquilo é decidido assim ou assado"?
Em Loja, "por que esta ou aquela explicação sobre o ritual"? "Por que e de onde veio esta ou aquela explcação sobre simbolismo?
Não podemos esquecer que a iniciação nos mistérios e o aprendizado requerem disciplina, respeito às leis e às autoridades constituídas. Mas, nenhuma outra pessoa pode responder ou decidir pelo Homem Livre. E, não obstante todas outras definições, Homem Livre é aquele que vê com os próprios olhos, ouve atentamente, abre a boca para perguntar e AGE no momento oportuno, em defesa da Verdade.